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REFLEXÕES PARA O VII DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO "A"

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18Fev2017
| Escrito por Assis

 

 


7º Domingo do Tempo Comum A

A liturgia do sétimo Domingo do Tempo Comum convida-nos à santidade, à perfeição. Sugere que o “caminho cristão” é um caminho nunca acabado, que exige de cada homem ou mulher, em cada dia, um compromisso sério e radical (feito de gestos concretos de amor e de partilha) com a dinâmica do “Reino”. Somos, assim, convidados a percorrer o nosso caminho de olhos postos nesse Deus santo que nos espera no final da viagem.
A primeira leitura (Lv 19, 1-2.17-18 ), que nos é proposta apresenta um apelo veemente à santidade: viver na comunhão com o Deus santo, exige o ser santo. Na perspectiva do autor do nosso texto, a santidade passa também pelo amor ao próximo.

• “Sede santos porque Eu, o vosso Deus, sou santo”. a santidade é uma exigência da comunhão com Deus. É o “estado normal” de quem se identifica com Cristo, assume a sua filiação divina e pretende caminhar ao encontro da vida plena, do Homem Novo. A santidade é algo que devo construir diariamente, minuto a minuto, com simplicidade e naturalidade, na fidelidade aos meus compromissos como cristão.

• ser santo não significa viver de olhos voltados para Deus esquecendo os homens; mas a santidade implica um real compromisso com o mundo. Passa pela construção de uma vida de verdadeira relação com os irmãos; e isso implica o banimento de qualquer tipo de agressividade, de vingança, de rancor; implica uma preocupação real com a felicidade e a realização do outro (“corrigirás o teu próximo”); implica amar o outro como a si mesmo.

Na segunda leitura (1 Cor 3, 16-23),Paulo convida os cristãos de Corinto – e os cristãos de todos os tempos e lugares – a serem o lugar onde Deus reside e Se revela aos homens. Para que isso aconteça, eles devem renunciar definitivamente à “sabedoria do mundo” e devem optar pela “sabedoria de Deus” (que é dom da vida, amor gratuito e total-

• Os cristãos são Templo de Deus, onde reside o Espírito. Isso quer dizer, em concreto, que, animados pelo Espírito, eles têm de ser o sinal vivo de Deus e as testemunhas da sua salvação diante dos homens do nosso tempo. O testemunho que damos, pessoalmente, fala de um Deus cheio de amor e de misericórdi? No nosso ambiente familiar, no nosso espaço de trabalho, no nosso círculo de amigos, somos o rosto acolhedor e alegre de Deus, as mãos fraternas de Deus, o coração bondoso e terno de Deus?

• A nossa comunidade paroquial é uma comunidade fraterna, solidária, e que dá testemunho da “loucura da cruz” com gestos concretos de amor, de partilha, de doação, de serviço, ou é uma comunidade fragmentada, dividida, cheia de contradições, onde cada membro puxa para o seu lado, ao sabor dos interesses pessoais?

• O que é que preside à minha vida: a “sabedoria de Deus” que é amor e dom da vida, ou a “sabedoria do mundo”, que é luta sem regras pelo poder, pela influência, pelo reconhecimento social, pelo bem estar económico, pelos bens perecíveis e secundários?

No Evangelho (Mt 5, 38-48), Jesus continua a propor aos discípulos, de forma muito concreta, a sua Lei da santidade . Hoje, Ele pede aos seus que aceitem inverter a lógica da violência e do ódio, pois esse “caminho” só gera egoísmo, sofrimento e morte; e pede-lhes, também, o amor que não marginaliza nem discrimina ninguém (nem mesmo os inimigos). É nesse caminho de santidade que se constrói o “Reino”.

• Este Evangelho recorda-me que, ao aceitar o desafio de viver em comunhão com Deus, eu sou chamado a dar testemunho da vida de Deus diante de todos os meus irmãos e a ser um sinal vivo de Deus, do seu amor, da sua perfeição, da sua santidade, no meio do mundo.

• A leitura que nos foi proposta : indica uma atitude nova, que resulta de um compromisso interior com Deus verdadeiramente assumido, e manifestado em atitudes concretas. Exige que Deus encha o coração do crente e transborde em gestos de amor para com os irmãos. O que é que define a minha atitude religiosa: o cumprimento dos ritos, a letra da lei, ou a comunhão com Deus que enche o meu coração de vida nova e que depois se expressa em atitudes de amor radical para com os irmãos?

• Jesus pede a superação de uma lógica de vingança, de responder na mesma moeda, e o assumir uma atitude pacífica de não resposta às provocações, que inverta a espiral de violência e que inaugure um novo espírito nas relações entre os homens. Não é, no entanto, esta a lógica do mundo, as nações em geral e as pessoas em particular recusam enveredar por uma lógica de paz e respondem ao mal com um mal ainda maior.

• Jesus pede, também, aos participantes do “Reino” o amor a todos, inclusive aos inimigos, subvertendo completamente a lógica do mundo. Como é que eu me situo face a isto? A minha atitude é a de quem não exclui nem discrimina ninguém, mesmo aqueles de quem não gosto, mesmo aqueles contra quem tenho razões de queixa, mesmo aqueles que não compreendo, mesmo aqueles que assumem atitudes opostas.?

Fonte: resumo eadaptação de


 

NOVA FASE NO PROCESSO DE PAZ

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04Fev2017
| Escrito por Assis

O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou ontem (03.02.17) o início de uma nova fase do discurso político-militar entre o Governo e a Renamo.

Nyusi, que falava esta sexta-feira nas cerimónias centrais do Dia dos Heróis, apelou a disponibilidade dos mediadores para a nova etapa com vista ao restabelecimento da paz “Brevemente, deverá dar início uma outra etapa de diálogo, para qual gostaríamos de solicitar que se mantenham disponíveis, caso Moçambique assim considere necessário”, fez saber.

Nyusi aproveitou a ocasião para agradecer aos mediadores pelo contributo dado na busca da reconciliação entre o Governo e a Renamo. “Enderecei cartas a todos os mediadores internacionais que têm participado no processo de diálogo. Exprimi a profunda gratidão dos moçambicanos pela contribuição valiosa por eles dada na busca da paz, o supremo interesse dos moçambicanos”, realçou Filipe Nyusi, tendo revelado, também, que continua a dialogar com Afonso Dhlakama. “Caros compatriotas, tenho mantido uma interação cordial com o líder da Renamo, com vista a concretização de dois grupos especializados que irão, em separado, debruçar-se sobre os assuntos militares e da descentralização”.

O Presidente da República prometeu anunciar, em breve, o passo subsequente resultante dos consensos alcançados. O Chefe do Estado relembrou que não existem fórmulas únicas para resolução de problemas, apelando às forças vivas da sociedade, para acarinhar e apoiar os esforços conjuntos.

(FONTE: "O  País digital", 03.02.2017)

   

NOVA FASE NO PROCESSO DE PAZ

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04Fev2017
| Escrito por Assis

O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou ontem (03.02.17) o início de uma nova fase do discurso político-militar entre o Governo e a Renamo.

Nyusi, que falava esta sexta-feira nas cerimónias centrais do Dia dos Heróis, apelou a disponibilidade dos mediadores para a nova etapa com vista ao restabelecimento da paz “Brevemente, deverá dar início uma outra etapa de diálogo, para qual gostaríamos de solicitar que se mantenham disponíveis, caso Moçambique assim considere necessário”, fez saber.

Nyusi aproveitou a ocasião para agradecer aos mediadores pelo contributo dado na busca da reconciliação entre o Governo e a Renamo. “Enderecei cartas a todos os mediadores internacionais que têm participado no processo de diálogo. Exprimi a profunda gratidão dos moçambicanos pela contribuição valiosa por eles dada na busca da paz, o supremo interesse dos moçambicanos”, realçou Filipe Nyusi, tendo revelado, também, que continua a dialogar com Afonso Dhlakama. “Caros compatriotas, tenho mantido uma interação cordial com o líder da Renamo, com vista a concretização de dois grupos especializados que irão, em separado, debruçar-se sobre os assuntos militares e da descentralização”.

O Presidente da República prometeu anunciar, em breve, o passo subsequente resultante dos consensos alcançados. O Chefe do Estado relembrou que não existem fórmulas únicas para resolução de problemas, apelando às forças vivas da sociedade, para acarinhar e apoiar os esforços conjuntos.

(FONTE: "O  País digital", 03.02.2017)

 

TOMADAS DE POSSE NA RÁDIO DIOCESANA E NO SEMINÁRIO PROPEDÊUTICO S. JOSÉ

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29Jan2017
| Escrito por Assis

 

 

TOMADAS DE POSSE NA RÁDIO DIOCESANA E NO SEMINÁRIO PROPEDÊUTICO S. JOSÉ

No Sábado, 28 de Janeiro do corrente ano, o Pe. Américo António tomou posse como Reitor do Seminário Propedêutico Diocesano de Invinha, durante a celebração da Eucaristia, presidida pelo Pe. Francisco Cunlela, Vigário Geral da Diocese. Participaram os alunos, os Formadores, os Professores, as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição e a comunidade da Casa de Formação da Companhia Missionária de Invinha e mais outros colaboradores na vida do Seminário.

No passado Domingo 29 de Janeiro, tomou posse da Direcção da Rádio Diocesana de Gurúè e Vigário Paroquial da Capelania S. Kizito do Monte Namuli, o Pe. Francisco Matias, do clero diocesano de Gurúè. Presidiu a cerimónia, celebrada na Paróquia de N. S. da Imaculada Conceição de Invinha, o Pe. Francisco Cunlela, Vigário Geral da Diocese. O Pe. Francisco Matias colaborará também com a Equipa de Formadores do Seminário Propedêutico S. José.

 

   

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