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"JESUS CRISTO RESSUSCITADO, SENHOR"

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23Abr2017
Actualizado em 23 Abril 2017 | Escrito por Assis

"JESUS CRISTO RESSUSCITADO, SENHOR"

É este o primeiro símbolo da fé, é a síntese de todo o anúncio:

- Fil 2,11.Jesus Cristo ressuscitado, Senhor de tudo e de todos. Todo o joelho se dobre...

- Col 1,12-20: Por Ele, epara Ele...

Consequências para a nossa vida: sendo Ele Senhor de todos, eu não posso ser senhor de ninguém. Eu e eles (todos) somo todos subordinados a Ele. Eu não posso manipular ninguém Devo abandonar toda pepotência, toda arrogância. Tem que haver sempre espaço para o diálogo, para o respeito, a tolerância, o bom relacionamento.

Também: eu não posso usar as coisas, os bens, a natureza sem um critério ético e evangélico.

Hoje temos novas dependências (escravidões": até podemos ser escravos das novas tecnologias, sempre que nos tornamos dependentes delas., sempre que abusamos do seu uso ou sem quel limite.

 

2.-"JESUS CRISTO RESSUSCITADO, SENHOR DE CADA UM DE NÓS"

Mataram-se os valores permanente e nasceram outros ídolos: ideologia de género, o consenso como valor decisivo, cada um de nós é dono absoluto de si próprio, "que mal que isso tem?", "o que eu gosto", "o que me realiza", a ausência completa da moral, a maioria decide tudo (o aborto, a eutanásia, as noivas formas de casamento.

Como é que nós nos situamos diante de toda esta realidade contemporânea?

3.-"JESUS CRISTO RESSUSCITADO, O ÚNICO SENHOR"

Jesus Cristo não reparte, não divide a sua soberania com ningém.

O próprio celibato e um sina de que somos totalmente do Senhor. Se ele existe (o celibato) e tem sentido é para manifestar essa soberania do Senhor.A soberania de Cristo deve orientar o nosso relacionamento com qualquer outra autoridade tanto na Igreja como na sociedae civil, deve existrir um sentido pleno de liberdae interior, a nossa liberdade diante das pessoas e diante do uso dos bens materiais.

4.- "JESUS CRISTO É O SENHOR EM FORMA DE SERVO"

Lava os pés...

Assume a condição de servo

5.- "A SOBERANIA DE JESUS CRISTO É PROGRESSIVA"

Lc 13, 6-9

2 Pe 3, 8-9

 

MEDITAÇÃO DO 3º DIA (22.04.17)  NA PARTE DA TARDE

A PRESENÇA DO ESPÍRITO SANTO NA NOSSA VIDA E NO NOSSO MINISTÉRIO

O grande dom da Páscoa, o Espírito Santo, grande dom permanente para a Igreja.

I.- Na vida de Jesus:

- Foi concebido por obra e graça do Espírito Santo;

- No seu baptismo;

- Foi levado pelo Esoírito Santo no deserto;

- Nas tentações;

- No início da vida pública: O Espírito Santo ungiu-me;

- Na cruz

- O Pai o ressuscitou pelo poder do Espírito Santo.

II.- Na vida da Igreja.

Três dimensões:

  1. 1) Universaliza a Igreja presente em todo o mundo e em todas as culturas;
  2. 2) Actualiza: rejuvenesce continuamente a Igreja, cria, dá vida;
  3. 3) Interioriza: é um mestre que ensina interiormente; um mestre que ensina a gostar a fé; um mestre que faz sentir a oração, o celibato, a doação, a própria vida.

Sem o Espírito Santo a Igreja tornar-se-ia uma organização humana como todas as outras ONG, uma ideologia, uma sociedade como todas as outras.

Sem Ele aparece o síndrome do pessimismo, do desânimo, uma pastoral de manutenção, de mínimos.

O Espírito Santo é protagonista do ministério e da acção pastoral, pelo que devemos evitar a “hiper-responsabilidade” pensando que somos nós que devemos carregar com tudo! A Hiper-responsabilidade cria pessimismo, nervosismo.

O Espírito Santo não está só em nós: comunhão com os demais membros da Igreja (presbíteros, religiosos/as, agentes de pastoral, fiéis: corresponsabi9lidade, comunhão.

Aprender a discernir e a harmonizar os carismas.

Conclusão:

Uma referência à espiritualidade. O maior problema da Igreja é o vazio espiritual.

Papa Francisco: Evangelii Gaudium, 93; 94 e 95.

O Papa fala de mundanismo espiritual, de subjectivismo, de auto-realização, de auto-suficiência, de auto-referência, e de humanismo antropológico.

 

 

TEMAS PARA UM RETIRO ESPIRITUAL (continuação)

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21Abr2017
Actualizado em 23 Abril 2017 | Escrito por a

Os temas deste 2º Dia do Retiro foram os seguintes:

Na parte da manhã:

"O Seguimento de Jesus".

O que é o seguimento de Jesus? O que significa seguir a Jesus? É entrar no grupo dos "seducidos", é entrar numa "comunidade de seducidos"; é entrar na intimidade com Jesus. Sem intimidade não há seguimento; é o encontro com uma pessoa, Jesus. A sedução leva à confiança ilimitada.

Será que eu confio sempre em Deus e que nas questões mais complexas na vida da Diocese e no relacionamento com cada um dos membros do presbitério confio sempre em Deus?

Significa também assimilar os valores de Jeus como próprios.: vivo os valores de Jeus no momento presnete, na comunidade concreta que a Igreja me confiou.

Seguir a Jesus significa também identificar-se com o seu programa de vida, com o seu pojecto:não há seguimento de Jesus sem missão e não há missão sem seguimento.

E não esqueçamos que a estrutura comunitária no Evangelho é essencial: uma nova família. ("deixai terras, família, mulher e entrai numa nova realidade comunitáia"), entrai a formar uma nova família que se antepõe â família natural sem a desprezar. É a família dos seguidores de Jesus, a Igreja, a comunidade cristã, o Presbitério, a Diocese.

a) Os frutos do seguimento de Jesus:

1- A unidade interior. Rom, cap. 7.

O seguimento de Jeus deve ser a força que regularize e purifique a minha vida interior.

2- A fecundidade. Jo cap. 15. Unidos a Jeus produziremos melhores frutos,

3- A alegria. Jo 10, 20-22. É o estado habitual dos seguidores de Jesus. Não se confunde com o optimismo superficial nem com a leviandade. Consiste em ser serenos em todas as circunstâncias e momentos da vida e não cair no desalento.

b) O preço do seguimento.

O seguimento de Jesus exige liberdade face às pessoas e aos bens: dinheiro, viagens, casas, tempo, "istalação" (= pessoas instaladas na vida"), pessoas sem disponibilidade para os outros. Na parte da tarde: O Seguimento de Jesus (Continuação)

- Serviço até à cruz e até à morte. É a característica essencial da própria vida de Jesus. Seguir a Jesus passa pela cruz. Toda a vida e realidade da vida cristã passa fundamentalmente pelo mkistério da Páscoa: Paixão, Morte e Ressurreição. Os Evangelhos mostram sempre Jesus com um gozo interior a alegria e uma serenidade absoluta, confiando sempre em seu Pai. Mas ao mesmo tempo manifesta sempre o seu confronto com o sofrimento. Ele assume todo o sofrimento da humanidade. Aparece sempre a sintonizar com o sofrimento das pessoas, com o sofrimento alheio.

As motivações do sofrimento de Jesus:

a) Sofre frente ao sofrimento humano: doenças, morte.

b) Sofre perante a cegueira e a dureza de coração. Mc 3,5.

c) Sofre perante a agressividade que a sua pessoa e a sua mensagem desperta.

d) Sofre perante o abandono dos seus discípulos. Jo 6, 66 ss. Também vós quereis abandonar-me? Para onde iremos, Senhor) Só Tu tens palavras de vida eterna. Estas palavras resumem toda a ida cristã (Karl Rhaner).

e) Sofre perante o SILÊNCIO do Pai. Deus não responde. Fica só o silêncio: "Meu Deus, Meu Deus porque me abandonaste? Nas tuas mãos entrego o meu espírito". Ele sofre até ao máximo mas não deixa de confiar.

E nós? Quais são nossas motivações do nosso sofrimento coo Bispos?

- Perante o confronto diário, o contacto directo com o sofrimentos das pessoas. Perante os conflitos. Os conflitos formam parte da vida, mas há diversas maneiras de enfrentar bos conflitos: hápessoas que vivem sempre em conflito; há outras que evitam sempre os conflitos; há também outras que nãoprocuram os conflitos, mas estão preparadas para enfrentá-los quando eles aparecerem: com serenidade, com firmeza, se for o caso; com mansidão e sempre com amor.

- O Bispo sofre perante a sua própria vida, insuficiência, pequenez, a sua fraqueza, aa suas infidelidades, o seu pecado.

-O Bispo sofre perante as suas infidelidades ao celibato, ao coração indiviso.

-O Bispo sofre perante a aridez da sua oração.

-O Bispo sofre peranteos efeitos limitados da sua acção.

-O Bispo sofre perante o seu isolamento, porque não pode partilhar com ninguém.

Mas não devemos desconfiar de Deus, aos pés de Cristo crucificado devemos confiar no seu amor. Temos que contemplar a Cruz que nos revela toda a sabidoria e todo o amor de Deus.

Texto bíblico: Heb 5, 7-9

A Cruz é a escola do aprofundament e da purificação dea fidelidade e da obediência ao Pai.

   

TEMAS PARA UM RETIRO

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21Abr2017
Actualizado em 23 Abril 2017 | Escrito por Assis

Tema da meditação: Nós somos criaturas de Deus. Atitude de gratidão.

Descobrirmos aquilo que nós somos: criaturas, sustentadas por Cristo, para viverem como filhos no amor; na esperança da ida eterna. 

Alguns contornos do nosso pecado:

- individualismo

- mediocridade

-comodismo

-activismo

- mundanidade

- ánsia do poder

1º Dia, à tarde

Tema da meditação: O nosso ministério.

Três textos bíblicos:

1 Pedro 5, 1- 4.

2 Timóteo, 1, 6 -7 e 12.

Jo  21, 15 - 21
 

SEMINARISTAS DA DIOCESE DE GURUE NO ANO ACADÉMICO E FORMATIVO 2017.

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18Abr2017
Actualizado em 18 Abril 2017 | Escrito por Assis

 

SEMINARISTAS DA DIOCESE DE GURUE NO ANO ACADÉMICO E FORMATIVO 2017.

I.- CURSO PROPEDEUTICO.

Seminário S. José. Invinha

1º ANO: 9.

1.Admiro B. António

2.Assane J.M. Soconho

3.Atanásio Mário João

4.Cristiano V. Puramela

5.Jeremias A. Armando

6.Joel F. Sebastião

7.Sérgio F. Mangachaia

8.Quizito Dinis

9.Zefanias Basílio Paulo

2º ANO: 10

 

10. Afonso C. Nhassa

11. Amós E. Aniva

12.Cardoso A. Naquita

13.Condessa J. Condessa

14. Hermes M.Manuel

15. Joel A. Jamal

16, Lindo F. Luiís

17.Pedro F. Vicente

18.Selemane J. Manuel

19.Vituário A. Albino

3º ANO: 7

 

20. Adolfo Alberto Insassa

21. Delfino Baptista Alfredo

22. Josety Camilo Lourenço

23. Onésimo António Bicicleta

24. Raimundo F. Maqueiha

25.Raimundo Moniz

26.Rondão Carvalho

II.- CURSO FILOSÓFICO

1º ANO: 5

27. Simone Pedro Gabriel: no Seminário S. Carlos Lwanga. Nampula.

28. Carlos Alberto Joelo.

29. Januário Felizardo Moisés.

30. Almeida Cornélio, no Seminário S. Agostinho Matola

31.Salomão Essumaila Impamela

2º ANO: 7

32.Alexandre Paulino Binifor: no Seminário S. Carlos Lwanga. Nampula

33.Alfândega Uaissone Cabterra.

34.Porto Patrício Porto.

35. Raunício Bernardo.

36. Atanásio Afonso Nchilo: no Seminário S. Agostinho. Matola

37. Bernardo Marcelino Biriate.

38. Ezequiel Gonçalves Muquitxo.

39. Uilcamo Bonifácio Tampavi.

3º ANO: 8

40.Amarchande Mateus Pereira : no Seminário S. Carlos Lwanga. Nampula

41. Geraldo Manuel Orlindo

42. João Xavier Quione

43. Marquisimo João César

44.Gueldo Mário Uaissone Saíde, no Seminário S. Agostinho. Matola

45. Mário Goriate.

46.Jeremias Francisco Piloto

47. Quisito Benício

48.Evaristo António Musselo: em Experiência na Diocese.

 

CURSO TEOLÓGICO

No Seminário S. Pio X. Maputo

1º ANO: 11

49.Barnabé Vieira Mauindo

49.Comido Lucas Maheiua

50.Constantino Januário Nacache

51. Dinis Nunes Francisco

52.Eustácio Domingos José Namanla

53. Ibraimo Horácio Mauindo

54.Lázaro Germano Namalua

55. Rodrigues João Manuel

56.Saíde Francisco Albino

57.. Samuel Alegria dos Santoa

58.Tarcísio António Pereira

59. Diniz Nunes Francisco

60. Eustácio Domingos Namanla

 

2º ANO: 5

61.Amós Fernando Bernardo

62.Chaurito Maurício

63.Suaze Lacerda Macaula José

64.Timóteo Henrique Cristiano

65 .Abel José Carumeia: na família por problemas de saúdee

3º ANO

66.Adelino Germano

67.João Domingos.

Finalista, experiência na Diocese

68.Adelino Eduardo Mualicamo

   

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